Camila: uma mamãe realizada e independente

A participação dessa semana é de uma amiga muito especial, que eu admiro imensamente por sua garra e determinação. Criar um filho é muito difícil mesmo tendo o pai por perto, imagina sozinha? 

Olá,

Eu sou a Camila, 36 anos, mãe independente da Lavínia 2  anos e meio. 

Quer saber o pouco da minha história? 

Então, há cerca de quase 3 anos, minha vida mudaria do avesso (que depois descobri que era o lado certo). 

Engravidei em Junho/14, do meu ex-marido. Sim!!!! Estava separada, mas ainda morávamos na mesma casa.

Estava com 7 semanas quando descobri a gravidez. E agora???

Tentei tanto quando casada e quando me separo é que engravido?

Logo que descobri, mostrei o resultado ao meu ex, e jamais vou esquecer sua frase: NÃO É MEU!!!!! A partir daí começou a mudar comigo, não queria saber se eu estava bem, se precisava de algo, passava mal todas as manhãs e sentia um sono que me consumia por completa.

Ao completar 10 semanas, ele me pediu para sair de casa, e assim eu fiz...apesar de ter recebido esse "balde de água  congelante" sai de cabeça erguida, pois sabia que a justiça de Deus não falha e que ele estaria do meu lado sempre.

Mudei de casa e passei a gravidez SOZINHA e DESEMPREGADA.

Que situação não é? Mas se Deus me deu essa gravidez que tanto desejei, mesmo que não era o meu momento, era o momento de Deus e do bebe que escolheu a mim pra ser sua mãe e eu aceitei. 


A gravidez foi tranquila, tudo novidade, cada semana uma foto da barriga para registrar o meu melhor momento.

Nas 16 semanas depois de um leve sangramento descobri que seria mãe de uma menina, a minha menina, minha Lavinia.

Me virei para poder fazer o enxoval e não faltar nada, não foi fácil.

Me tornei completa dia 30/01/2015 quando prematuramente ela nasceu de 36 semanas pois já não havia mais líquido amniótico.

Registrei ela só em meu nome, o pai quis fazer o exame de DNA e assim foi feito quando ela tinha 3 meses.

Aos 6 meses depois de muita insistência, minha filha ganhou o sobrenome do pai. 

Atualmente a participação paterna é NULA, tanto afetiva, quanto financeira. Já não insisto mais sua presença, acredito que se eu perguntar qual o nome completo dela e sua data de nascimento, certamente pedirá ajuda "aos universitários".

O que vem daqui pra frente? Deixo nas mãos de Deus, e a única certeza que tenho é: EU AMO MINHA FILHA  INCONDICIONALMENTE!!!



Por: Camila Teixeira
Mãe da Lavínia
Instagram: @mamaeindependente

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